O mapeamento das fronteiras da expressão constitui uma lição de medida e coragem que inventa valores internos à obra superando os limites alcançados por Velimir Chlebnikov Hugo Ball Gertrude Stein e James
Joyce conforme as visões de Alain Badiou Mireille Bousquet Ludwig Wittgenstein Samuel
Beckett e E. M.
Cioran.